Alessandra T Mastrogiovanni

Alessandra T Mastrogiovanni artista plastica autônoma, produtora de eventos culturais, performances cenógrafa, designer de vitrines, participou de projetos de grande escala para ambientes internos entre outras atividades culturais, começou seus estudos na FAAP, onde se tornou assistente e depois criadora de design de vitrines cenógrafa. Aprimorou seus conhecimentos como pintora e escultora na Escola Árvore (Porto – Portugal). Desenho Faculdade de Arquitetura (Porto – Portugal), se destacando em pintura com Sergio Fingermann (SP) / Dudi Maia Rosa (SP).

Alessandra Mastrogiovanni
Alessandra Mastrogiovanni

Suas obras participaram de exposições coletivas e individuais em São Paulo / Campo Grande, tendo dois Editais no MARCO (Museu em Campo Grande – MS). Três obras no acervo do MARCO. Veja mais abaixo…

Quando jovem Alessandra sonhava em ser artista “Mas achava que não era pra ela”. Alguns anos mais tarde seu pai sofreu um acidente grave e foi então que a pintura veio a tona! A pintura se tornou como uma cura, foi esta a forma que ela encontrei de lidar com tudo o que sentia naquele momento.

Desde então tornou-se artista plastica e professora de Yoga, pois sempre gostou do gesto e dos movimentos do corpo humano, assim como tudo o que ele é capaz de gerar em termos energéticos!
A maioria de suas telas são de grande formato, gestuais espontâneas, assim como os seus desenhos como ela mesmo se expressa como “Amor maior”!
Atualmente a artista compreende o seu trabalho como uma busca pela leveza, pelo simples, algo que esta suspenso no ar, trabalhando com a gravidade ou a falta dela… com o emocional.

MARCO inaugura 3ª Temporada de Exposições com quatro mostras

Em uma noite de terça-feira o Museu de Arte Contemporânea do Mato Grosso do Sul (Marco) abriu as portas para mais uma temporada de exposições, com quatro mostras diferentes entre si: O Grande Espaço – desenhos da artista plástica Alessandra Mastrogiovanni (Bonito/MS); Uma Temporada na Baía Vermelha: Serra do Amolar – coletiva de pinturas dos artistas Alex Cerveny, Ernesto Bonato, Marina Faria e Ulysses Bôscolo (São Paulo/SP); Mural dos Desejos ou Emergência dos Sonhos – colagens da artista Angela Miracema (Campo Grande/MS) e Frontera – pinturas de Julio Cezar Alvarez (Paraguai).

O secretário de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação, Athayde Nery esteve presente e fez a abertura oficial ao lado da coordenadora do Marco, Maysa Barros. Também estiveram presentes Dirceu Maurício, coordenador do Museu Dom Bosco, Marisa Serrano, conselheira do Tribunal de Contas do Estado, Irani Brum Bucker, artista plástica, Roberta Costa, presidente da Associação dos Amigos do Marco, além dos artistas expositores e convidados.

Para falar sobre os artistas plásticos, o secretário Athayde citou um poema de Manoel de Barros:

A ciência pode classificar e nomear os órgãos de um sabiá
Mas não pode medir seus encantos.
A ciência não pode calcular quantos cavalos de força
Existem
Nos encantos de um sabiá. 
Quem acumula muita informação perde o condão de adivinhar: divinare. 
Os sabiás divinam.

Depois completou dizendo que “assim são os artesãos, eles divinam, não há como a ciência medir a criatividade de um artista plástico, ele é como um poeta que consegue na tela construir toda divindade de que Manoel falava, só pode medir esses encantos quem tem sensibilidade”, declamou o secretário.

Identificando-se com o Mural dos Desejos ou Emergência dos Sonhos, a jornalista Roberta Inácio conta que foi na abertura da 3ª temporada especialmente para ver a exposição da artista Angela Miracema, de Campo Grande.

“Vim prestigia-la nesta noite tão especial. Acho muito interessante a delicadeza que ela tem para transmitir o que ela quer na obra dela, uma simplicidade e ao mesmo tempo uma complexidade. Ela usa da colagem, da reutilização, reciclagem, coisas que são descartáveis para a sociedade e é isso o que ela desperta na gente”, explicou Roberta.

Deixando a noite ainda mais especial, a menina Ana Carolina, neta do artista Julio Cezar Alvarez, um dos expositores, realizou sozinha a dança do cântaro, uma dança típica paraguaia, carregando uma jarra de água nas mãos e na cabeça. Após a cerimônia, o público prestigiou as obras expostas ao som do músico Alexandre Kenji, na voz e no violão.

Sobre as mostras

A mostra, O Grande Espaço, desenhos da artista Alessandra Mastrogiovanni trata-se de uma série de desenhos pautada na linha como grande protagonista em que figuras e espaço se confundem. A artista deixa-se guiar pelo estímulo que o objeto observado provoca fazendo do ato de desenhar puro êxtase em direção ao desconhecido. “As obras, a partir da concepção de um emaranhado de linhas, sem aparente início ou fim, vão construindo um esqueleto de arame vazado por onde o ar circula e o conceito do espaço único, o grande vazio se forma aliado à busca incessante do Homem em querer abraçá-lo!” segundo a artista. A série de desenhos de Alessandra é um convite para apreciarmos a leveza e a elegância dos traços e ao mesmo tempo um questionamento acerca desse Grande Espaço à nossa volta, que pode ser encontrado inclusive dentro de nós.

A coletiva de pinturas, Uma Temporada na Baía Vermelha – Serra do Amolar, dos artistas Alex Cerveny, Ernesto Bonato, Marina Faria e Ulysses Bôscolo, apresenta os quinze dias vivenciados em junho de 2014, em que os artistas experimentaram a convivência com a paisagem e os habitantes da Serra do Amolar intercalando caminhadas, cavalgadas e passeios de barco pela Baía Vermelha, Lagoa Mandioré e meandros do Rio Paraguai com o trabalho em um ateliê improvisado na fazenda Santa Tereza (cenário para as sessões de desenhos e pinturas demarcando ali novas fronteiras poéticas em suas trajetórias). A história da arte principalmente a brasileira é recheada por vários exemplos de artistas viajantes. Muitas missões foram pontuadas por registros em desenhos, aquarelas, gravuras, cartas e fotografias. O objetivo desta exposição é compartilhar a produção realizada de locais ainda pouco conhecidos do nosso do país.

Mural dos Desejos ou Emergência dos Sonhos, de Angela Miracema, traz ao público a visualidade elaborada por intermédio da técnica da colagem de recortes de revistas, jornais, papeis diversos, tecidos, objetos, entre outros; “proposições de estruturas cenográficas em que os sentidos fluem visualmente combinando-se com referências óticas e materiais disponibilizadas e consumidas em nosso cotidiano” segundo Rafael Maldonado, professor no curso de Artes Visuais da UFMS. As sobreposições de imagens recortadas e coladas delicadamente pela artista se transformam em verdadeiros murais de sonhos e desejos que prometem envolver o visitante.

A mostra, Frontera, do artista plástico Julio Cezar Alvarez, apresenta uma retrospectiva das pinturas do artista considerado porta-voz do intercâmbio cultural entre Mato Grosso do Sul e nosso país vizinho o Paraguai. A exposição demonstra que para a arte não existem fronteiras e que ela pode ser instrumento transformador capaz de dissolver qualquer mácula histórica como também ser espelho revelador dos traços que unem os dois países. “Julio é um artista que contribuiu na alma e na essência de nossa formação sócio-política e também para a consolidação da união cultural com a América do Sul”, segundo o artista plástico Humberto Espíndola. Por meio das cores de suas telas carregadas de dramaticidade é possível ver o reflexo tanto da cultura de sua terra natal como os laços que unem os países hermanos. Veja mais em Fundação de Cultura

Conheça algumas coleções e obras de Alessandra…

Coleção Mulheres

Coleção Azul

Coleção Expansão

Coleção Abstratos

Cabaças

Outras Obras

ALESSANDRA MASTROGIOVANNI
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