Carlos Saraiva ou Antonio Carlos Mongiardim Gomes Saraiva

Oscar D’Ambrosio

O quadro, exibido na Bienal do Alto Tietê, realizada no Memorial do Alto Tietê, em 2001, evento que reuniu artistas de cidades como Mogi das Cruzes, Suzano, Guararema, Arujá, Ferraz de Vasconcelos e Poá, revela o talento de Saraiva em tornar imagens aparentemente simples e econômicas em densas reflexões sobre o ser/ parecer.

A naturalidade presente nas telas de Saraiva corresponde ao ideal picassiano de transportar o observador de artes plásticas a novas paragens por intermédio de imagens. Para o artista português, o chamado real e as suas emoções são o mote de um mundo bem mais importante que se esconde entre as aparências.

Cada quadro é uma paisagem mental que gera novas dimensões de análise. O que está na tela não é o referente concreto, mas o ultrapassa. Ver o mundo pelos traços de Saraiva é, portanto, mergulhar numa nova realidade. Suas cores e formas apontam sempre para outra coisa, para a porta entreaberta, para os grãos de areia que escapam entre os vãos dos dedos. Apontam assim para o intangível e tocam na essência de cada um de nós.

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